Termina esta sexta-feira (20) em Quelimane na Zambézia,o Segundo Fórum Nacional de Agronegócio, um evento que arrancou ontem quinta-feira com a duração de dois dias, o mesmo decorre sob o lema “Estimulando o Investimento e o Desenvolvimento do Agronegócio em Moçambique”, cuja a organização foi encarregue ao Centro de Promoção de Agricultura (CEPAGRI), um ramo do Ministério da Agricultura.

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Com mais de duzentas pessoas sobretudo responsáveis das grandes empresas de agro-processamento e negócio, mas também de produtores, este fórum visa fortalecer os interesses de desenvolvimento do sector agrário fazendo assim a divulgação de instrumentos e políticas já aprovadas bem como a avaliação da sua tendência. Por outro lado, este encontro fará com que a capacidade do potencial do Produto Interno Bruto (PIB) na balança de pagamento contribua para o sector agrária e também na criação de emprego e na dinamização da economia rural.

Falando a margem da abertura do encontro, José Pacheco, Ministro da Agricultura, do nosso país, explicou que Moçambique possui um potencial agro-ecológico que apresenta vantagens competitivas para o desenvolvimento de agro-negócios, sendo por isso indispensável a participação do sector privado na transformação deste potencial em mais comida e produtos agrários. Dai que a província da Zambézia sendo anfitriã não deve desperdiçar esta oportunidade de emergir no mercado de negócio olhando para suas potencialidades em várias áreas.
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Sabe-se no entanto que esta situação não tem agradado aos produtores facto que tem contribuído para o abando da actividade. Outros, consideram ainda que na agricultura existe mais investimento em relação ao retorno tendo em conta que a compra ínsumos agrícolas são bastantes caros.

Entretanto, com vista a melhorar o ambiente de negócio e promoção do sector privado, o governo tem vindo a adoptar iniciativas de incentivos com particular destaque para a redução de Impostos sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRPS e IPC) e Colectivas, o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), a taxa incidente sobre o combustível (gasóleo) e a taxa sobre potência de electricidade para consumidores agrícolas de média tensão. Porém, o como resultados destes incentivos, o país está a registar um crescimento assinalável de negócios na produção agrícola, pecuária, florestal, fornecimento de serviços, de máquinas de alfaias agrícolas, no processamento, produção, armazenamento, comercialização e conservação de produtos de origem agrária. Este encontro acontece numa altura em que a agricultura constitui a principal actividade económica do país em geral e da província em particular, visto que contribui com cerca de sessenta por cento na sua produção global.

14270514979_334451d702_oTexto Escrito por: Diario da Zambezia 

Fotos: CMCQ

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