Passará para história o crónico problema de falta de água potável na cadeia feminina de Quelimane. O facto foi anunciado adias pela Matrona do Gabinete da Esposa do Presidente do Conselho Municipal de Quelimane, Sílvia Soares, no final de uma visita que efectuou ao centro prisional feminino.

Num encontro de auscultação dos problemas das mulheres reclusas, Sílvia Soares foi confrontada com a insuficiência de água no tanque que a dois anos oferecera àquele estabelecimento penitenciário.

“Estamos a passar mal devido a falta de água, as torneiras já não saem água há bastante tempo, estamos a pedir ajuda pelo menos mais um tanque para reservar por mais tempo”-disse uma das reclusas.

A Matrona do Gabinete da Esposa do Presidente do Conselho Municipal de Quelimane ouviu o pedido e prometeu interagir junto de parceiros para minimizar a crise de falta do precioso líquido naquela unidade prisional.

“Elas falaram de água, nós já estivemos aqui a dois anos e oferecemos um tanque, mas dizem que as torneiras não saem água, temos que encontrar formas de garantir água 24 horas ao dia­”-afirmou a Matrona.

Segundo Sílvia Soares as mulheres não podem ficar sem água, muito menos quando são prisioneiras que tem a dura missão de cuidar dos seus filhos menores dentro da cadeia, da higiene individual e colectiva, da culinária, lavagem de artigos de vestuário, limpeza e outras tarefas.

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