Devido ao alto nível de pobreza as taxas de subnutrição crónica são demasiadas elevadas na Província da Zambézia, quando comparados com o resto do Pais,  defende o Professor Catedrático João Mosca, no decurso de uma palestra bastante concorrida, que proferiu segunda-feira (12), no Salão Nobre do Conselho Municipal de Quelimane sob o tema: Os desafios da criação da riqueza e combate à pobreza-caso da Zambézia.

O Professor catedrático afirmou que não se justifica que uma Província rica em alimentos tenha elevadas taxas de subnutrição crónica. Analisando dados estatístico do Instituto Nacional de Estatística-INE e de outras pesquisas, Mosca referiu que 44% dos Zambezianos leva mais de 1 hora de tempo para chegar ao Hospital enquanto em Maputo apenas 5% da população demora igual período de tempo para alcançar serviços de uma unidade sanitária. A única razão que os seus estudos apontam são os altos níveis de pobreza a que a província foi votada, nas últimas 3 décadas.

Em 2009 70% da população zambeziana era pobre ou seja acima de 2 milhões de pessoas residentes na província de um universo populacional de 4.8 milhões de habitantes.

Segundo João Mosca para inverter o cenário, a Província precisa de oferecer mais incentivos ao empresariado nacional e estrangeiro que possam catapultar a economia. Citou como exemplo matéria-prima para as indústrias, infra-estruturas, mão-de-obra qualificada, uma sociedade organizada e exigente melhoramento das políticas de financiamento e apoio empresarial.

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