O Conselho Municipal da Cidade de Quelimane esta delineara mecanismos para retirar os comerciantes informais que ocuparam uma das ruas do Bairro Morropwé e uma parte do talhão de um Munícipe, transformado em Mercado improvisado de Massupadhá.

Alguns comerciantes abandonaram suas bancas no mercado de Textáfrica, no vizinho bairro de Sangariveira e outros no mercado de Sampene para se agrupar na referida rua, obstruindo o trânsito normal de viaturas e peões, bem como se sujeitando a elevados riscos de acidentes de viação.

Os comerciantes do improvisado mercado de Massupadhá, apontam a falta de clientes e mínimas condições de venda nos mercados de Textáfrica e Sampene.

“Nós já habituamos vender aqui na rua, os nossos clientes também, este terreno tem dono sim, achamos que o Município deve negociar o terreno com o dono e nos deixar vender neste espaço ”-referiu um dos ocupantes da rua.

Entretanto, os comerciantes que exercem as suas actividades no mercado de Textáfrica pedem a Edilidade para convencer aos seus colegas a retomarem as suas bancas com vista a preencher os espaços vazios e só assim, segundo afirmam, os clientes virão ao mercado com maior afluência.

O Vereador para área de Actividades Económicas no Município de Quelimane, Celestino Ginote que visitou esta quarta-feira, os mercados de Textáfrica, Sampene, Mboriou e o mercado improvisado na rua, realçou a importância da retirada dos vendedores de produtos na via pública, para o mercado de Textáfrica, no Bairro Sangariveira ou no Sampene, como locais seguros e reconhecidos pelo Conselho Municipal de Quelimane.

“O Conselho Municipal de Quelimane providenciou energia eléctrica, sanitário público e água potável para o mercado de Sampene, mesmo assim há varias bancas abandonadas” -Lamentou o Vereador.

Celestino Ginote, referiu que os comerciantes informais do Massupadhá já haviam sido retirados para os referidos mercados mas regressaram novamente as ruas, carecendo de uma mobilização e negociação mais robusta ou uma outra solução pacífica que visa libertar a rua e o terreno do Munícipe.

A Edilidade esta a trabalhar a dois anos com objectivo de retirar completamente os vendedores de artigos de vestuário, produtos alimentares e outros na via pública.

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